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A aura azul de Tenma.

"Você já sentiu o cosmo?"
—Seiya/Aiolia no final de cada prewiew.

Cosmo (小宇宙コスモ Kosumo?, japonês para "microcosmo") é a força que existe em todos os seres vivos.

Da queima do cosmo vem a cosmo-energia (コスモエネルギー kosumoenerugī?, da pronúncia inglesa "cosmoenergy") ou poder cósmico (コスモパワー kosumopawā?, da pronúncia inglesa "cosmopower"), que forma a aura (a parte visível da cosmo-energia) usada por guerreiros (cavaleiros, espectros etc.) em combate.

Origens

No início só havia Caos, o nada, que com sua dunamis, causou uma grande explosão[1], que deu origem ao universo, esta explosão foi o Big Bang, que espalhou o cosmo por todo o universo. Uma vez que os acontecimentos desta explosão foram iniciados, surgiu no universo uma espécie de força primordial, a big will.[2]. O Anime de Saint Seiya, tem muita relação com astrologia, e por isso os conceitos de cosmo entre os humanos, que tem seu destino traçado por sua estrela (até Atena, que é humana também).

Conceito

"Seus punhos rasgam os céus e seus chutes abrem fendas na terra."
—Lema dos Cavaleiros de Atena.
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Demonstração do poder dos cavaleiros.[3]

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Figura comumente usada para representar o cosmo, a Via Láctea.

O cosmo é a principal fonte de energia em Saint Seiya, mas é muito mais que apenas poder de destruição. Cosmo é um conceito filosófico baseados tanto em filosofias orientais quanto ocidentais e é a origem da vida e da matéria do universo. A cosmo-energia está relacionada com os átomos de qualquer material e seus movimentos, utilizando este poder, é possível destruir átomos, controlar sua velocidade e mesmo transmutar materiais. O cosmo pode ser despertado por qualquer humano, mas dificilmente um adulto o despertará, pois este geralmente estará preso ao "mundano senso comum", que prejudica a compreensão de milagres.[4]

A origem do poder cósmico é um pequeno universo que existe no interior dos seres vivos, apesar de apenas parte deles poder sentir este universo. Quando o cosmo do indivíduo é elevado, este universo se expande, criando um fenômeno conhecido como "aura." A aura é a manifestação visual da queima do cosmo (como se fosse combustível de estrela), que é o estágio intermediário da elevação do mesmo. Durante a queima do cosmo, o universo interior do indivíduo arde, e a aura se expande conforme a temperatura aumenta, se o cosmo for elevado o suficiente, ele explodirá. A explosão do cosmo gera um pequeno Big Bang no interior do indivíduo, expandindo sua aura ao volume máximo e permitindo que ele acesse a essência do cosmo, o sétimo sentido.

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O semideus Tenma é um prodígio que acordou seu cosmo sozinho.

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Na série original, a aura de um guerreiro parece ser a manifestação visual da ressonância de seu cosmo com o de seu traje.

Apenas acordando o cosmo, uma pessoa pode ganhar habilidades diversas, como telepatia ou intuição. Elevando o cosmo se é possível atingir velocidades subsônicas, quando o indivíduo o queima, pode atingir velocidades ultra-sônicas de Mach 1 (100 golpes por segundo) a 10, entretanto a explosão do cosmo aumenta a velocidade dos golpes em dezenas de vezes, sendo possível atingir até mesmo a velocidade da luz, algo em torno de Mach 881,000 (100 Milhões a 1 Bilhão de golpes por segundo, como visto em ataques como o Relampago de Plasma dos cavaleiros de Leão). O cosmo dá poder pra a pessoa explodir tudo em volta ou soltar rajadas de poder, mas só constelações o permitem fazer técnicas especiais, que são mais metafísicas do que físicas ou são físicas mas com mais poder de velocidade, acerto e força.

Os Cavaleiros de Atena treinam desde pequenos para acordar seu cosmo adormecido e aprender a queimá-lo. Não importa a força do guerreiro, sem o uso do cosmo é impossível ter chance contra o mais fraco dos cavaleiros, pois mesmo os Cavaleiros de Bronze podem, embora superficialmente, queimar seu cosmo.

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Quando dois guerreiros igualam seus cosmos, adquirem força física e velocidade idênticas.

Apesar da diferença absurda do poder concedido por armaduras de diferentes níveis, os cavaleiros se igualam quando queimam seu cosmo, sendo que quem chega mais perto de explodir o seu vence a batalha. Se dois guerreiros forem capazes de explodir seus cosmos durante uma luta, suas força se equivalerão, iniciando uma "guerra de mil dias." As emoções do indivíduo afetam muito a elevação de seu cosmo e guerreiros de outros deuses também utilizam os princípios da queima do "universo interior".

Apesar de ser um assunto confuso, existem níveis de cosmo, que podem ser notados através da percepção conhecida como "o sexto sentido". Alguns exemplos claros disso são mostrados na série, como quando Seiya cita que "o cosmo de Poseidon se duplicara"[5], mesmo este ainda não tendo despertado totalmente. Ainda com este nível de cosmo, ele pôde empurrar Seiya (que trajava a Armadura de Sagitário) apenas com a queima de sua cosmo-energia.

Como dito, o cosmo pode adormecer e não ajudar em nada, mas ao os átomos do corpo do cavaleiro serem explodidos, o cosmo aumenta seu poder, e as duas mais básicas movimentações dos cavaleiros são explodir o cosmo (a explosão de átomos gera uma bomba que explode pessoas ao redor) e soltar rajadas de energia com socos e chutes em alta velocidade ou uma rajada concentrando todo o poder em uma só.

Segundo Caim, não importa o cosmo: um cavaleiro continua na velocidade de sua patente, mas isso não é o que vemos, já que um cavaleiro pode avançar de patente.

O cosmo de uma pessoa também reage com o de seu Deus (contra a sua vontade), em ressonância com o dele.

Efeitos na longevidade humana

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Dohko de Libra, aos 261 anos, tendo vigiado os espectros de Hades por mais de dois séculos.

A longevidade do guerreiro parece se basear no domínio do cosmo, sendo que, enquanto humanos comuns e cavaleiros de nível baixo tem expectativas de vida de cerca de 80 ou 90 anos, os que dominam a essência do cosmo vivem séculos. Exemplos práticos são os cavaleiros de nível superior que sobrevivem aos conflitos de suas eras, servindo Atena em diversas encarnações. Tais exemplos são: Shion de Áries (cerca de 248 anos), Dohko de Libra (261 anos), Hakurei de Altar (270 anos), Sage de Câncer (270 anos), Ionia de Capricórnio (estima-se mais de 500) e Krest de Aquário (mais de 510 anos). Usuários de cosmo envelhecem de forma vagarosa, sendo que enquanto um guerreiro comum começa a perder suas habilidades aos 40 ou 50 anos, um usuário poderoso o bastante só começa a sentir os efeitos da idade após séculos de vida. Nenhum cavaleiro na série foi mostrado morrendo de "velhice", sendo que algum fator externo sempre causa sua morte. Quanto à aparência, guerreiros envelhecem de forma diferente, sendo que os descendentes de Muvianos demoram muito mais que humanos comuns para demonstrarem sinais físicos de envelhecimento.

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Hakurei de Altar, um descendente de muvianos, aos 270 anos de idade, após sofrer impactos que matariam um humano comum.

Um alto cosmo permite ao usuário resistir a impactos que normalmente matariam ou debilitariam permanentemente um ser humano comum, como o rompimento de tendões e músculos, a perda excessiva de sangue, e mesmo a perda de órgãos ou a quebra de ossos vitais ao corpo. Mesmo se o usuário resistir a impactos letais, ele precisará de um tempo de recuperação, se essa recuperação for impossível (como no caso da perda total de um órgão vital), apenas o cosmo o manterá de pé, causando sua morte em breve. Apesar do poder curativo do cosmo, certas doenças e condições fatais são letais aos cavaleiros por seus corpos continuarem sendo humanos independentemente de seu poder. Exemplos claros são o caso de Ilías de Leão, que morreu por causa de uma doença pulmonar, e Kardia de Escorpião, que teve sua expectativa de vida diminuída drasticamente por causa de uma fictícia condição cardíaca. Um cosmo poderoso pode facilmente repelir energias radioativas letais, mas se estas atingirem o corpo, acontecerá o mesmo que com um ser humano normal. O mesmo ocorre no caso de envenenamento letal ou a perda de um ou mais sentidos.

Cavaleiros poderosos o bastante parecem não morrer por causa da idade, envelhecendo de forma indefinida, podendo até atingir um estado de semi-imortalidade, como é o caso de Dohko (com seu "Misopetha Menos", conceito explicado em TLC como sendo o sangue divino de Atena, mas desconhecido na série original) e Ionia (apenas em Ômega), que podiam regenerar seus corpos para idades mais jovens. Krest também regenerou seu corpo, mas teve a ajuda de Garnet de Vouivre.[6]

Disciplinas

Após elevar seu cosmo, o indivíduo ainda pode utilizar diversas disciplinas de combate, listadas abaixo:

Controle da natureza

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Ilías de Leão pede peixes ao rio.

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O golpe do etéreo Regulus de Leão atinge o coração de Radamanthys de Wyvern.

O Controle sobre a Natureza baseia-se na habilidade de controlar a força da natureza em si. Além dos deuses, os únicos que completamente dominaram esta habilidade foram Ilías de Leão e seu filho Regulus. Quem controla completamente a natureza é capaz de feitos maravilhosos, como comunicar-se com a água, o vento, as árvores, os animais e o mundo em si, continuar lutando mesmo após a morte ou mesmo arrancar a divindade do corpo de alguém. Foi sem dúvida a habilidade mais poderosa mostrada na série a ser aprendida por humanos. Mesmo que não se use a natureza durante combates, seus usuários se tornam superiores a guerreiros comuns em todos os aspectos. Os cavaleiros de Peixes possuem uma manipulação parcial sobre esta força, que pode ser imaginada como o "cosmo" da natureza. Eles utilizam esta manipulação para cultivar plantas (notavelmente, as rosas que utilizam em combate) a velocidades anormais.

Alberich XIII também possuía parte deste poder, sendo capaz de se comunicar com uma força vital específica conhecida como "espíritos da natureza." Tempos depois, seu descendente Alberich de Megrez aprendeu a manipulação e a utilizou em sua técnica Unidade da Natureza. Não se sabe se os Ninjas Fujiryu[7] possuem a manipulação, ou se possuem uma técnica própria. Ainda existem as manipulações parciais, utilizados por diversos guerreiros. O Deus Loki e seu hospedeiro Andreas mostraram a habilidade de controlar as raízes da arvore divina yggdrasil mostrando que também dominam o controle da natureza.

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Saga de Gêmeos tenta lançar Shaka de Virgem em outra dimensão.

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Defteros de Gêmeos domina o magma em suas mãos.

O Controle Dimensional refere-se à habilidade de controlar o espaço-tempo. Os cavaleiros de Gêmeos utilizam esta manipulação para gerar seu golpe, Outra Dimensão, e os de Virgem a utilizam para criar mini-dimensões, onde executam sua técnica suprema. Deuses como Ícelo de Visão, Chronos e Kairos utilizam esta habilidade.

A habilidade de Defteros de Gêmeos, o Controle sobre o Magma[8], demonstra que qualquer humano pode aprender este tipo de controle, embora, no caso do controle de magma, a maioria morre, pois o treinamento é severo demais. Com esta habilidade, pode-se controlar fluxos de lava, criar terremotos ou mesmo comunicar-se com vulcões, e para aprende-la, o indivíduo deve passar por três testes:

  • Controlar a lava de um vulcão e formar uma esfera magmática com ela;
  • Sobreviver a um mergulho no magma;
  • Parar uma erupção vulcânica.

O único discípulo conhecido de Defteros a aprender esta habilidade e sobreviver foi Tenma de Pégaso. Contudo, no Ômega é demonstrado que Fudou de Virgem possui a habilidade de conjurar e controlar magma do submundo.

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Shiryu de Dragão eleva a água de um rio.

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Shun de Andrômeda usa seu controle sobre o ar contra Sorento de Sirene.

O Controle sobre a Água é a habilidade primária de Dohko de Libra, aprendida de Mestre Ancião, seu mestre[8] e passada a Shiryu de Dragão. A técnica permite ao usuário comunicar-se com a água e mesmo mudar os movimentos de rios, chegando a inverte-los (habilidade demonstrada por Shiryu, que pode inverter a correnteza de cachoeiras.), o que ajuda no combate de diversas formas. O controle de Shiryu sobre a água supera até mesmo o de seu mestre, e ele pode usá-lo para elevar grandes quantidades de água. Os poderes de Oceano e de Poseidon aplicam-se não só a rios e lagos, mas também aos mares.

O Controle sobre o Ar é a habilidade de controlar os movimentos do ar, sendo para lançar o oponente no ar, criar barreiras de ar, correntes de ar imobilizantes ou mesmo gerar furacões de força letal. Apesar de lutar primariamente com suas correntes, Shun de Andrômeda possui a habilidade de controlar correntes de ar, imobilizando o adversário e, se isto não funcionar, ainda tem o poder de explodi-las, gerando a força destrutiva de um furacão. Misty de Lagarto usa o vento como arma principal, criando barreiras incrivelmente resistentes, seu golpe principal, Furacão das Trevas , é capaz de gerar tornados. No anime, Miro de Escorpião pode gerar e manipular furacões, lutando contra diversos inimigos ao mesmo tempo. Ainda no anime, Algethi de Hércules utiliza esta habilidade para lançar Seiya de Pégaso no ar, diferentemente do mangá (onde utiliza força física) e da Saga de Hades (onde utiliza força psíquica). Ikki de Fênix pode gerar ventos com o bater de suas "asas" (referindo-se à sua forma cósmica).

O Controle sobre a Eletricidade[1] permite ao indivíduo gerar e controlar a eletricidade e/ou elétrons, diferenciando-se de sua versão oficial em Saint Seiya, que pertence ao Controle de Temperatura. Os relâmpagos gerados por Aioria de Leão se equiparam aos de Zeus, tornando-o, teoricamente, o segundo mais poderoso usuário de eletricidade em todo o universo. No filme Prólogo do Céu o anjo Ícaro mostrou a habilidade de criar e controlar eletricidade, podendo atacar seus oponentes com poderosos ataques embasados na manipulação da eletricidade.

O Controle sobre as Estrelas refere-se à habilidade de controlar estrelas, diferindo-se do controle sobre a luz. Os deuses que dominam esta habilidade são Apolo, e, no passado, Hyperion de Ébano. Mas, na Saga de Hades (Clássico) foi apresentado que as armaduras de ouro possuem a capacidade de reproduzirem raios solares.

Controle Atômico

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Marin de Águia demonstra a destruição atômica.

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Cassios demonstra a destruição imperfeita, decapitando seus oponentes com um único golpe.

A técnica principal dos cavaleiros se chama Destruição Atômica e refere-se à habilidade de destruir átomos sem quebrá-los, o que causa seu total desaparecimento (ao invés de uma explosão nuclear por fissão). Esta definição é desafiada na Saga de Poseidon, onde Seiya cita que "a destruição é um processo que consiste em separar átomos"[9], mas a destruição dos átomos é geralmente reconhecida como a mais comum em casos de golpes de destruição total.

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Kanon explode átomos com sua técnica, Explosão Galáctica.

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Kanon destrói o chicote e o corpo de Lune de Balron.

Esta habilidade foi demonstrada inúmeras vezes na série, a primeira explicação foi dada por Marin de Águia no primeiro episódio do anime, onde ele explica para Seiya que para alcançar o poder destrutivo dos verdadeiros cavaleiros, ele deve explodir seu cosmo; ela então demonstra este poder ao destruir uma rocha apenas a apertando, um tipo de destruição atômica intermediária. Ainda criança, Seiya de Pégaso demonstrou a forma mais comum de destruição atômica, a imperfeita, ao destruir uma imensa pedra com um soco,sendo este o tipo de controle mais básico da técnica. Alguns guerreiros demonstraram controle perfeito sobre a habilidade, sendo capazes de destruir átomos sem movimentos bruscos, como Dohko de Libra que destrói uma grande rocha apenas tocando nela[8], ou Kanon de Gêmeos, que destruiu o corpo de Lune de Balron (juntamente com sua sapuris e chicote) com um único dedo. Os cavaleiros de Gêmeos utilizam o princípio da destruição atômica para realizar sua técnica mais poderosa, Explosão Galáctica.

Há ainda a probabilidade de que Radamanthys de Wyvern também possua tal capacidade, sendo que sua técnica principal técnica ''Destruição Máxima''; recorre à quebra dos núcleos de átomos para a origem de partículas menores, o que justifica a aparição de danos teoricamente irreversíveis nas áreas atingidas após a execução do golpe.

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Hagen de Merak dispara seu ar quente contra o magma enfervescente, criando um turbilhão de lava.

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Camus de Aquário e Hyoga de Cisne comparam seus ataques de ar frio.

O Controle sobre a Temperatura é um dos tipos mais úteis de controle atômico, refere-se à habilidade de controlar os movimentos dos átomos, acelerando-os para aumentar a temperatura (o que gera calor), ou desacelerá-los para baixar a temperatura (o que gera frio). De todos os guerreiros, apenas um foi mostrado dominando completamente o controle de temperatura, Hagen de Merak.

A Aceleração dos Átomos pode ser gerada de duas formas distintas:

  • Na segunda forma, o usuário usa seu cosmo de maneira física, utilizando sua velocidade para aumentar a temperatura a seu redor. Belzebu de Serafim usa este tipo de controle em sua técnica, Asas do Inferno, e Ikki de Fênix a utiliza em sua Ave Fênix. O bater do coração de Kardia de Escorpião é rápido o suficiente para gerar chamas a seu redor, o que acaba causando a morte do cavaleiro.

Independentemente da forma usada, se os átomos forem acelerados a ponto de ionizar o ar pelo aumento ou diminuição da quantidade de elétrons, a eletricidade será formada. Uma usuária da Ionização dos Átomos é Shaina de Ofiúco, mas; essa capacidade também pode ser consequentemente aprimorada por demais manipuladores de eletricidade.

A Desaceleração dos átomos também pode ser gerada de forma psíquica ou física:

  • A forma psíquica baseia-se em usar o cosmo para suprimir os movimentos dos átomos, gerando ar frio. Esta é a habilidade base de Camus de Aquário, que a ensinou a seus discípulos, Hyoga de Cisne e Isaak de Kraken (ao Cavaleiro de Cristal na primeira animação). A habilidade permite ao indivíduo utilizar o ar frio de diversas formas, criando prisões de gelo, congelando chamas, imobilizando o oponente ou mesmo lançando ar frio diretamente nele, o que pode congelar até seus órgãos internos (o que facilita ao usuário quebrar a vítima em pedaços). Apenas essa forma é capaz de gerar o Zero Absoluto. Após usar seu controle de umidade, Suikyo de Taça utiliza ar frio para congelar a água ao seu redor, gerando suas lanças de gelo.
  • A forma física só foi mostrada na Saga de Asgard, pelo Guerreiro Deus Shido de Mizar, que com sua Garras do Tigre Negro, impulsiona o ar para gerar ventos gelados, que cobrem o oponente com uma fina camada de gelo.

O Controle sobre a Umidade[10] de Suikyo de Garuda o permite extrair e controlar a umidade do ar, criando defesas absolutas.

Sekishiki

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O sekishiki acorda na infância.

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Thanatos usa seus fantasmas.

O Sekishiki (積尸気 Sekishiki) é uma rara manifestação do cosmo, que permite ao usuário interagir com almas de formas diversas.[8] O sekishiki geralmente acorda junto com o cosmo e sua utilização é dividida em três habilidade distintas:

O Controle sobre as Almas refere-se à habilidade de um indivíduo de interagir com as almas de fantasmas (espíritos que não chegaram ao Meikai). Esta é a habilidade mais básica do sekishiki, a habilidade de atrair e se comunicar com almas, que como demonstrado por Gioca e Manigold de Câncer, é despertada juntamente do cosmo. Thanatos, Shaka de Virgem e Asmita de Virgem usam seus sekishiki para manipular espíritos demoníacos.

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Manigoldo usa seu fogo-fátuo.

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Máscara da Morte abre o portal do Meikai em Rozan.

O Controle sobre Fogo-Fátuo[8] é a habilidade que permite ao indivíduo controlar terríveis chamas, capazes de queimar e mesmo explodir almas. Na maioria dos casos, a técnica só queima almas desprotegidas, tornando-se inofensiva se o oponente possuir um corpo, por este motivo, Manigold de Câncer manda suas vítimas a Yomotsu Hirasaka antes de usar a técnica, livrando-se de seus corpos. Porém, se o usuário explodir diversas almas que estiverem ali presentes, qualquer inimigo ao seu redor sofrerá queimaduras graves. As chamas de Avido de Altar Negro podem queimar até mesmo almas protegidas por corpos.

O Controle sobre o Sekishiki refere-se à habilidade de controlar a passagem para Meikai, localizada no aglomerado Messier 44, na constelação de Câncer. Esta habilidade é primariamente usada para enviar almas ao Meikai, e pode ser usada em combate, para enviar o inimigo ao Yomotsu Hirasaka, ou para mandar fantasmas ao seu julgamento, acabando com seu sofrimento na superfície, como no caso de Deathtoll de Câncer[10]. Outro uso para o Sekishiki é demonstrado por Hakurei de Altar, que chama as almas por meio do desejo de luta. A habilidade do cavaleiro de Virgem é capaz de mandar o oponente a diversos mundos, incluindo o Meikai.

Telecinésia

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Shaka flutua com sua telecinésia.

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Kiki se teleporta, levando consigo o elmo da Armadura de Áries.

A Telecinésia, TelecinesiaTelecinese, Psicosinese ou Psicosinésia, refere-se à habilidade de mover objetos com a força da mente. Esta é a habilidade primária dos habitantes de Mu, e sua utilização permite ao indivíduo levitar e controlar objetos (incluindo projéteis e fragrâncias) sem tocá-los, teleportar-se ou mesmo teleportar outros. O maior prodígio em teleporte da série é Atla, um dos descendentes de muvianos, cuja habilidade o permitiu mover todo o exército de Atena do Santuário ao Castelo de Hades[8]. Os cavaleiros de Virgem utilizam de telecinésia para levitar. O Deus Loki demostrou grande habilidade em telecinesia podendo mover e levitar pessoas poderosas como Aiolia de Leão .

A Leitura de mentes é uma habilidade telecinética muito rara que permite ao indivíduo saber tudo o que seu oponente está pensando. Esta habilidade pode ser superada se o inimigo agir por instinto, e seus únicos representantes são o deus Abel[11] e os humanos Asterion de Cães de Caça e Yudo de Cães de Caça Negro[12].

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Mu de Áries prende Myu de Papillon em uma rede de cristal.

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Mu lança luz solar sobre seus oponentes.

O Controle sobre os Cristais baseia-se em usar a telecinésia para gerar e manipular o "elemento" conhecido como cristal, que é como um líquido que se torna sólido conforme a vontade do usuário. Esta habilidade permite ao indivíduo criar praticamente qualquer coisa ao mudar a forma do cristal, criando de barreiras físicas simples a formas avançadas, como redes. Cristais são extremamente resistentes a impactos físicos, mas até mesmo uma pequena pressão no ponto certo pode despedaçá-los. O cavaleiro de ouro Mu de Áries é o maior especialista em controle de cristais mostrado na série.

O Controle sobre a Luz refere-se à habilidade de gerar e controlar luz solar, que é incrivelmente destrutiva, sendo provavelmente uma derivação inferior do Controle sobre o Elemento da Luz. As técnicas Extinção Estelar e Revolução Estelar recorrem à esta habilidade, embora as estrelas de luz última tenham sido trocadas por meteoros, em Episódio G. Os Legionários de Rá possuem espadas que geram uma poderosa luz e a técnica grupal dos cavaleiros de ouro, denominada Luz Dourada, que também reproduz raios solares.

Outras

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Radamanthys de Wyvern usa seu controle sobre a escuridão.

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Hypnos lança uma ilusão "real" em três cavaleiros.

Algumas manifestações do cosmo são inclassificáveis dentre as disciplinas, ou então, provavelmente suas variantes.

O Controle sobre a Escuridão refere-se à habilidade de controlar forças obscuras, imitando outras formas de combate. Esta técnica pode ser usada para gerar chamas, eletricidade, vento, ou mesmo energia pura e é com certeza a mais estranha das manifestações do cosmo. Seus usuários conhecidos são Radamanthys de Wyvern e Céos de Trovão Negro.

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A primeira demonstração do Golpe Fantasma de Fênix.

A Criação de Ilusões refere-se à habilidade de confundir os sentidos de um oponente, gerando sons e/ou imagens em suas mentes. As primeiras demonstrações ilusórias ocorreram no início da série - uma delas ocorreu quando Marin de Águia fingiu matar Seiya para livrá-lo dos Cavaleiros de Prata, enquanto a outra aconteceu quando Ikki de Fênix usou seu Golpe Fantasma de Fênix pela primeira vez. Os cavaleiros de Virgem e Gêmeos possuem habilidades ilusórias elevadas, sendo que o templo zodiacal de Gemini é um labirinto cujas ilusões são formadas pelo cosmo do cavaleiro que a guarda. Hypnos, Fântaso de Retratista e Morfeu de Modelador são deuses capazes de gerarem ilusões "reais".

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Thanatos forma uma esfera de pura energia cósmica.

A Manipulação de Energia é a habilidade básica que permite ao indivíduo utilizar as disciplinas de combate do cosmo. Refere-se à utilização de cosmo não-elemental como ferramenta de combate, e pode ser utilizada de duas formas básicas:

  • Na primeira forma, energia pura é lançada no oponente, esta energia pode possuir muitas formas. Por exemplo, El Cid de Capricórnio utiliza esta energia para formar um corte, enquanto Thanatos a usa como uma destrutiva esfera. Já o deus Loki mostrou a habilidade de lançar esferas poderosas de pura energia cósmica podendo lançar múltiplas delas de uma vez e de variados tamanhos em relação à força e o poder atribuídos;
  • Na segunda forma, a energia é embutida em um objeto (como Hades e sua espada), ou mesmo no corpo do usuário (como Jaga de Órion[13]). Esta energia pode possuir diversas intensidades.
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Aioria, Mu e Miro utilizam a técnica Exclamação de Atena.

O Combate Coletivo (ou simplesmente em grupo) refere-se às técnicas que só podem ser utilizadas com a ajuda de outros guerreiros. Estas técnicas são as mais destrutivas de todas.

O uso de Técnicas com Armas não é comum entre cavaleiros, mas sua presença no exército de Pallas por exemplo,é essencial. As doze armas de Libra e o arco e flecha de Sagitário são as únicas usadas por Cavaleiros de Ouro.

O uso de Técnicas com Instrumentos Musicais pode ser considerado também como uso de armas, e com essas habilidades é possível criar ilusões (como Mime de Benetnasch), amarrar o adversário em cordas e esquartejá-lo (como Orphée de Lira) ou sufocá-lo (como Orfeu de Lira e Mime de Benetnasch), e até mesmo arrancar o coração do adversário (como Faraó de Esfinge).

Elementos[7]

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A roda dos elementos.

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Kouga de Pégaso é atingido pelo Trovão Dançante de Eden de Órion.

Apesar de se assemelhar a outras classificações, o conceito dos elementos é exclusivo da obra de Reiko Yoshida. Elementos são o resultado da união das armaduras com as cloth stones. Para ser considerado um cavaleiro completo no século XXI, é necessária a capacidade de manipular pelo menos um destes elementos através do cosmo. Cada um dos elementos possui vantagens e desvantagens em comparação aos outros, embora o controle sobre o cosmo possa anular estas diferenças. Os guerreiros ainda podem se valer das condições naturais do ambiente onde estão lutando, como chuvas e ventanias, para complementar o poder do elemento.

Cada protagonista de Omega representa um elemento diferente: Kouga - Luz; Eden - Trovão; Souma - Fogo; Yuna - Vento; Ryuho - Água; Haruto - Terra e Subaru - Trevas.

O Elemento do Trovão garante ao usuário o poder de gerar e controlar eletricidade e/ou seus afins. Esta eletricidade pode ser utilizada para interferir nos sinais nervosos do oponente, fazendo-o perder o controle sobre seus sentidos, lançada diretamente no inimigo, fritando-o, ou embutida em golpes físicos para aumentar sua velocidade e dano. De acordo com o Ciclo dos Elementos, o Trovão vence a Terra, mas perde para o Vento.

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Miguel de Cães de Caça ataca Kouga com seu elemento terra.

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Ryuho de Dragão utiliza seu elemento, água.

O Elemento da Terra garante ao usuário a capacidade de controlar o solo e, primariamente, rochas. Estas rochas podem ser utilizadas para a formação de defesas, projéteis afiados (como no caso de Hooke de Compasso), pilares ou mesmo plataformas rochosas. Podem haver muitos outros usos. De acordo com o Ciclo dos Elementos, a Terra vence a Água, mas perde para o Trovão.

O Elemento da Água garante ao usuário o poder de gerar e controlar água. Este elemento permite ao indivíduo o poder de andar na superfície da água e usar seu cosmo para aplicar pressão à ela, lançando-a no oponente a velocidades supersônicas. Argo de Peixe Voador pode criar grandes peixes feitos d'água, que são lançados com grande pressão em seus oponentes. Ryuho de Dragão utiliza duas técnicas baseadas em água que se assemelhas aos golpes de seu pai, Cólera do Dragão é uma técnica cortante que se assemelha à Excalibur. De acordo com o Ciclo dos Elementos, a Água vence o Fogo, mas perde para a Terra.

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Soma de Leão Menor acende um graveto.

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Yuna de Águia cria um pequeno tornado.

O Elemento do Fogo garante ao usuário o poder de gerar e controlar chamas. Estas chamas podem ser lançadas no oponente ou embutidas em golpes físicos. Pode-se também gerar ar quente com este elemento. De acordo com o Ciclo dos Elementos, o Fogo vence o Vento, mas perde para a Água.

O Elemento do Vento garante ao usuário o poder de gerar e controlar correntes de ar. Com estas correntes, o indivíduo pode criar defesas em forma de ciclones ou filetes de ar, atacar com lufadas de ou golpes físicos fortalecidos por mini-tornados. Pode-se também usar o vento para formar uma prisão ou dissipar outros elementos. De acordo com o Ciclo dos Elementos, o Vento vence o Trovão, mas perde para o Fogo.

Existem dois elementos que só possuem vantagens contra os naturais, estando fora da roda e sendo chamados de especiais - Luz e Trevas.

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Ryuho se defende de um golpe à base de luz.

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Kouga é preso por fios de escuridão.

O Elemento da Luz é extremamente raro e garante ao usuário o poder de gerar e controlar uma forma de energia luminosa. Esta energia pode ser utilizada de diversas formas, sendo algumas a iluminação de caminhos escuros ou cobertos por ilusões, a destruição parcial ou total de prisões das trevas e o fortalecimento de técnicas físicas. Foi utilizado por Marte para destruir o Santuário. Possui uma leve vantagem sobre as Trevas.

O Elemento das Trevas garante ao usuário o poder de gerar e controlar a escuridão. É primariamente utilizado pelos marcianos, os soldados de Marte, e consiste em moldar as trevas para se adequarem à situação, tornando-o o mais versátil dos elementos. As trevas já foram mostradas na forma de redes, correntes, prisões e áreas obscuras. Dentro da escuridão, a maioria dos elementos perde seu poder. Possui uma leve desvantagem contra a Luz.

Sentidos

O cosmo pode ser usado para acordar diversos sentidos ocultos. Até agora, quatro foram apresentados, são eles:

Intuição

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Este sentido é alcançado ao se "sentir" o cosmo pela primeira vez.

O 6° Sentido é o sentido primordial do cosmo, e marca o ponto em que o indivíduo é capaz de sentir e/ou queimar seu cosmo, processo conhecido como o "despertar do cosmo". Com algum treino, ele pode permitir ao usuário sentir e medir cosmo-energias alheias, prever perigos (mal presságio ou perceber que alguém se aproxima) que o cerquem ou mesmo sentir fantasmas e almas (embora os únicos meios conhecidos de enxergá-las sejam o domínio do sekishiki e a perda do corpo físico). Todos que tem cosmo despertado (todos tem cosmo mas nem todos despertam) tem esse sentido. Não só cosmos das pessoas, mas dos objetos, ilusões e armaduras das pessoas podem ter o cosmo dessa percebidos por outros; como batalhas são choque de cosmos, elas podem ser percebidas e até o nível do adversário (se são dois cavaleiros de ouro se enfrentando) que batalhou pode ser percebido, momentos e metros de distância/tempo da batalha. É preciso de mais cosmo pra desenvolver uma técnica pra ocultar seu cosmo de quem tem 6º sentido.

Outras habilidades podem aparecer, como a telepatia, a telecinese ou mesmo a habilidade de usar o sekishiki. Algumas pessoas podem até mesmo ler mentes usando este sentido.

Milagrosidade

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Seiya de Pégaso supera Aldebaran de Touro momentaneamente.

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Máscara da Morte de Câncer corre à velocidade da luz.

O 7º sentido (セブンス・センス, Sebunsu sensu, do inglês "seventh sense"), que permite ao indivíduo dominar totalmente a essência do cosmo, sendo capaz de realizar milagres[1]. É o cosmo final, pois é o cosmo dos cavaleiros de ouro pra chegar ao nível máximo da hierarquia antes de deixarem de ser humanos. O poder deste sentido é capaz de superar a perda dos outros seis.[14]

O conceito de sétimo sentido de Masami Kurumada para a série foi baseado na tradição da doutrina budista, sendo o equivalente budista Shichishiki (a sétima consciência).

Um cavaleiro alcança seu verdadeiro potencial quando explode seu universo interno, atingindo o sétimo sentido e superando todos os limites humanos, podendo até mesmo mover-se à velocidade da luz. Tal ato é conhecido como milagre. A maioria dos deuses detestam que humanos realizem milagres, pois, antigamente, este poder era exclusivo deles. Deus ou humano, atingindo a milagrosidade, eles viram iguais, mesmo que por apenas um segundo.

Em tempos longínquos, todas as pessoas eram dotadas do Sétimos Sentido [15] - na Era dos Mitos, quando ainda não haviam fronteiras nítidas entre humanos e os deuses. Embora ainda esteja presente ainda hoje, de forma sutil, na própria fonte de vida na Terra, o desenvolvimento da civilização fez com que os humems acabassem perdendo esta maravilhosa capacidade.

Atualmente os humanos que normalmente usam este sentido são os Cavaleiros de Ouro, embora muitos outros o tenham atingido. Certos humanos usaram este cosmo para superar a vontade de deuses, como Máscara da Morte de Câncer, que arrancou a alma de Phlox de Cianos com seu sekishiki[1], ou Aspros de Gêmeos, que derrotou Kairos com sua Explosão Galáctica.[8]

A razão pela qual um guerreiro derrota o outro sem uma guerra de mil dias outro que usa este mesmo sentido é o fato de que se aproximou mais do cosmo máximo.

Também é conhecido por sentido pelo fato de quando se alcança este nível de cosmo, a pessoa se torna capaz de sentir o ambiente com o cosmo, não dependendo dos outros sentidos.

Arayashiki

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Shaka de Virgem desperta o arayashiki antes de morrer.

O 8º sentido ou Hatishiki, que permite aos mortos movimentar-se no Meikai. Normalmente, ele só desperta depois da morte, quando todos os outros sentidos são eliminados, mas há exceções. Alguns seres, como as Sapuris e as Borboletas Infernais possuem a habilidade de sobreviver no mundo dos mortos, mas não podem ser considerados seres vivos. A única criatura viva que sobrevivera no Meikai foi a Mokurenji, que já possuía o oitavo sentido e, mais tarde, os cavaleiros que o despertaram.

Ao morrer, a pessoa só terá o Arayashiki, e, diferente do sétimo sentido, ele não substitui a função mental dos outros, o que faz com que o indivíduo vire um zumbi sem consciência, e as únicas sensações restantes são a dor e o sofrimento. Os poucos que explodem o cosmo antes de morrer podem vir a manter seus sentidos mesmo na morte, como Shaka de Virgem (que era chamado de homem mais próximo de deus por isso) ou ressuscitar no mundo dos mortos, como os Cavaleiros de Ouro mortos durante a batalha das doze casas. Na série canônica, o primeiro a despertar esse sentido, foi Shaka de Virgem.

Ao perder um sentido, um usuário do sétimo sentido pode atingir o oitavo, exemplos disso são Shaka de Virgem e Sísifo de Sagitário. Alguém com o cosmo muito superior, como Kanon de Gêmeos ou Dohko de Libra, pode despertar o arayashiki mantendo todos os sentidos. Ikki de Fênix podia desde o início viajar entre os mundos de Meikai e Sekai, e ainda existe a projeção astral, usada por Asmita de Virgem para observar não só o Meikai, mas também vários outros mundos.

É considerado um sentido, pelo fato de que a pessoa sente seu corpo e o ambiente, mesmo estando no mundo dos mortos.

Outros meios também podem ser usados para sobreviver no Meikai:

  • Yato usou a Espada de Atena;[8]
  • Tenma usou o bracelete de flores de Sasha;[8]
  • Ikki usou sua habilidade natural (como cavaleiro de fênix) de ir e vir de dimensões alheias;
  • Cavaleiros de Ouro do século XX mortos ao reviverem no mundo dos mortos para destruir o muro das lamentações;
  • Espectros usam as sobrepelizes.

Divindade

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Hades pode facilmente controlar o sistema solar.

O 9º sentido é a suprema virtude, que permite ao indivíduo converter seu cosmo no poder dos deuses.[2] Logicamente, além dos próprios deuses, poucos chegam perto de atingir este nível.

Na saga de Poseidon, pôde-se ter uma ideia da diferença entre a divindade e outros sentidos quando Poseidon, ainda com a maior parte de seu poder adormecido, parou a rajada da Execução Aurora de Hyoga (com o cosmo aumentado pela Armadura de Aquário), que atingia o Zero Absoluto. Só este fato é suficiente para demonstrar o poder dos deuses, mas Poseidon ainda consegue forçar a energia das técnicas em direção do Cisne, desafiando as leis da física.[16] Ao despertar totalmente, o cosmo de Poseidon multiplicava-se rapidamente, envolvendo todo o Santuário Submarino, de forma que uma mera rajada de cosmo puro foi capaz de ferir Seiya, Hyoga e Shiryu, que trajavam armaduras de ouro.

Exemplos de humanos que chegaram perto são:

O humano Ludwig chegou a atingir tal nível, se tornando o "deus" da guerra Marte[7], conseguindo um cosmo aproximado do da própria deusa Atena. Sua forma física mudou, e sua mentalidade humana foi se extinguindo gradativamente até o ponto de ele se esquecer de seu propósito inicial, tornando-se um deus maligno que considerava mesmo a perda de seus entes queridos como meras casualidades.

Regulus de Leão usou a técnica Exclamação do Zodíaco, que destruiu seu corpo, deixando-o em um estado etéreo, que o permitiu fundir-se com a própria natureza, alcançando um estado divino.[8] Neste estado, ele foi capaz de arrancar a divindade do corpo de Radamanthys, tornando-o mortal.

Este tipo de cosmo não possui limites, e seus usuários podem realizar feitos absurdos, como controlar planetas (como Iapeto de Dimensão,[1]) ou mesmo o sistema solar inteiro (como Hades). Deuses menores estão longe de atingir tal nível de cosmo, mas ultrapassam o arayashiki.

Outras formas de energia vital

Qi

Qi (気; ki, do japonês "energia natural", "força vital"), também conhecido como ch'i ou chi, é apenas citado no início da série, quando Tatsumi o compara com o cosmo usado pelos cavaleiros na abertura da Guerra Galáctica.

Kundalini

"Shiryu, ao quebrar minha lança dourada, você despertou a kundalini, a energia universal dormente em meu corpo, e agora irá pagar por sua ousadia."
Krishna de Crisaor[18]
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Krishna flutua graças à sua kundalini.

Kundalini (クンダリーニ; kundalinī, do sânscrito कुण्डलिनी; kundaliní) é a energia utilizada por Krishna de Chrysaor.

De acordo com Krishna, kundalini é uma energia emanada milagrosamente por chacras, os sete pontos vitais (Za) existentes no interior do corpo humano, e que lhe proporcionam grandes quantidades de "energia miraculosa". Este cosmo é o último recurso de Krishna, e emerge de seu corpo após sua lança ser destruída, criando uma espécie de barreira psíquica a seu redor, que só pode ser anulada com a destruição de todos os seus sete chacras, o que leva Shiryu a compará-los com os pontos cósmicos dos cavaleiros.[18] A kundalini é liberada em ondas ao se assumir a posição de lótus, e quando emanada em grande quantidade, mexe com os sentidos de seus oponentes, sendo que sua mera manifestação causa efeito similar à técnica Kahn dos cavaleiros de Virgem ou à Parede de Cristal de Àries, negando e rebatendo golpes.

Krishna foi capaz de remover a visão de Shiryu com sua técnica máxima, Maha Roshini, que age de forma similar ao Tesouro do Céu de Virgem, sendo um golpe ao mesmo tempo ofensivo e defensivo.

Dunamis[1]

"Dunamis é o poder dos deuses que supera o cosmo."
Pontos

Dunamis (デュナミス; de~yunamisu, dynamis, do grego antigo δυναμις; "poder", "força") é a fonte de energia dos deuses primordiais e titãs. Se a essência do cosmo é a destruição, a de dunamis é a criação. Essa força é paralela à big will de Hipermito.

Dunamis é o "cosmo da criação", e seu princípio parece ser o de estar em tal relação com a natureza, que se possa quebrar e reformar os vínculos entre as partículas do universo, podendo-se moldar a realidade à vontade. O segredo da criação da vida é dunamis, de forma que usuários (como Réia, que dera vida a uma serpente feita de terra e uma salamandra de fogo) podem dar vida a seres que normalmente não a possuiriam. O poder de dunamis é teorizado a opor-se ao arayashiki.

Se o oposto do oitavo sentido é dunamis, o do nono é eskatos dunamis (デュナミススケート; de~yunamisu sukēto, "poder absoluto"). Segundo Têmis e Iapeto, cada titã está ligado a um planeta, que o protege de danos, e possui vida individual. Cada ser vivo destes planetas possui seu próprio cosmo, como ocorre na Terra, e todos são escravos da vontade do titã que os rege. O verdadeiro poder de eskatos dunamis está em como o titã usa a vida que seu planeta possui, por exemplo, como Iapeto usa a força dos habitantes de seu planeta para atacar o oponente em sua técnica Melas Planetes. Após Têmis destruir este planeta, Iapeto foi capaz de absorver toda a energia liberada pelo cosmo da vida de seus habitantes, e pela própria natureza do corpo celeste, tornando-se incrivelmente mais poderoso.

Vendo o novo poder de seu marido, Têmis sacrifica-se, convertendo a si mesma em uma espada, que Iapeto empunha contra Shaka de Virgem e Aioria de Leão. Iapeto menciona também que eskatos dunamis foi o tipo de energia usado na criação do universo.

Big will[2]

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A grande vontade.

Big will (ビッグウィル; bigguu~iru, do inglês "grande vontade"), também conhecida como vontade grandiosa (偉大な意志; Idaina ishi) ou vontade divina é a energia primordial do universo, liberada pelo evento Big Bang. Essa força é paralela à dunamis de Episódio G.

A big will jorrou pelo universo em forma de flechas de luz, formando as "estrelas que brilham no céu e o vazio do espaço", e em um certo planeta, de uma certa estrela, a big will causou a criação dos seres Gaia, Urano e Pontos. Esse foi o surgimento da vida, e esta vida evoluiu então para adquirir a imagem dos deuses, que a humanidade viria a conhecer.

Tempos após o surgimento dos seres humanos, alguns conseguiram despertar a grande vontade, e se oporiam aos maléficos deuses, que até então os governavam. Uma guerra teve início pelo controle da Terra, a Titanomaquia disputada entre os titãs e seus descendentes. Mesmo o cosmo máximo não se igualava à grande vontade, e os deuses Zeus, Poseidon e Hades, que conseguiram despertar tal poder, derrotaram os titãs, selando-os no Tártaro. Após a guerra, Zeus passou a governar os céus e a terra (que posteriormente Zeus deu-a sua filha Atena), Poseidon o mar, e Hades o submundo.

Omega[7]

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Kouga de Pégaso com sua armadura reformada através do uso do Omega.

O Omega é um tipo de cosmo que vai além do adquirido pela maestria do 7º sentido, embora ele mesmo não seja propriamente um sentido. É chamado assim pois é aparentemente o limite final do cosmo de um guerreiro, sendo então chamado às vezes de Cosmo Supremo. É um cosmo dito ser capaz de originar um universo inteiro por si, visto que é similar ao fenômeno que se sucedeu depois do Big Bang, a Inflação Cósmica. Por isso, o Omega também é conhecido como o Macrocosmo - que, curiosamente, se contrapõe ao termo japonês original usado para Cosmo (小宇宙 - Shouuchuu), que traduzido, significa "Microcosmo".

Por mais absurdo que pareça, qualquer pessoa é capaz de despertar o Omega, mesmo aqueles que não despertaram o cosmo "tradicional", como foi mostrado com os cavaleiros de aço durante a luta contra Aegir. Porém, não é qualquer um que consegue despertar o Omega completamente. A grande maioria só consegue ter acesso a meros lampejos. Segundo os ensinamentos do Mestre Ancião, seguindo o paradigma de que a geração seguinte de guerreiros é sempre mais forte que a anterior, eventualmente surgiria uma geração capaz de despertar o Omega em sua totalidade. Os cavaleiros que conseguissem essa proeza teriam acesso a um cosmo dito ser infinito e seriam capazes de realizar feitos ainda mais fabulosos, fazendo até mesmo os deuses temerem tal poder a ponto de clamarem que é grande demais para os humanos possuírem.

Na série Omega, Kouga e seus companheiros foram capazes de despertar o Omega completamente durante a batalha conta Hyperion, um Pallasito de Primeira Classe, depois que este obliterou suas armaduras. Usando o Omega, Kouga e cia. conseguiram reconstruir suas armaduras (de forma parecida com que Seiya e seus amigos fizeram nos Campos Elíseos), fazendo-as ganharem formatos bem parecidos com os das Armaduras Divinas. Com isso, Kouga e seus amigos conseguiram deter Hyperion praticamente sem esforço.

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Kouga usando a Super Armadura Omega.

Mais tarde, quando Saturno venceu Seiya e os cavaleiros de bronze e destruiu o tempo de todos os habitantes da terra, Atena, mesmo também tendo sido afetada pelo poder do deus do tempo, conseguiu tirar sua consciência de seu próprio corpo e conjurou todos os outros cavaleiros, Titan e Pallas a fazerem o mesmo para então enviar seus cosmos a Kouga. À essa altura, a grande maioria dos cavaleiros já tinham despertado lampejos de Omega. Isso então resultou numa gigantesca concentração de Omega, a ponto de se materializar, formando assim a Super Armadura Omega (que é parecida com a Armadura Omega anterior, sendo porém dourada, com asas diferentes, maiores e mais vistosas), o que finalmente põe Kouga à altura de Saturno em termos de poder.

Referências Bibliográficas e Notas

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 Saint Seiya - Episode.G.
  2. 2,0 2,1 2,2 Hipermito.
  3. Saint Seiya capítulo 1.
  4. Monthly Tokumori Saint Seiya Shôshû-hen - Reunião no Santuário
  5. Os Cavaleiros do Zodíaco: Mangá, Volume 30 (página 98).
  6. The Lost Canvas - Gaiden, Volume 3
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 Saint Seiya Ω.
  8. 8,00 8,01 8,02 8,03 8,04 8,05 8,06 8,07 8,08 8,09 8,10 8,11 Saint Seiya: The Lost Canvas.
  9. Os Cavaleiros do Zodíaco: Mangá, Volume 30 (página 48).
  10. 10,0 10,1 Saint Seiya: Next Dimension.
  11. A Lenda dos Defensores de Atena.
  12. The Lost Canvas - Gaiden, Volume 4.
  13. O Santo Guerreiro.
  14. Os Cavaleiros do Zodíaco, Episódio 58 - Ikki morre corajosamente por amizade.link
  15. Gigantomachia.
  16. Os Cavaleiros do Zodíaco - Conrad, Edição 31, páginas 10 e 11.
  17. Prólogo do Céu.
  18. 18,0 18,1 Os Cavaleiros do Zodíaco, Episódio 106 - Seiya Encontra Seu Ente Mais Querido.

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