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Saint Seiya

Redirecionado de Os Cavaleiros do Zodíaco

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Saint Seiya (聖闘士星矢, Seinto Seiya), também conhecida como “Os Cavaleiros do Zodíaco”, é uma série de mangá japonês escrito e ilustrado por Masami Kurumada, publicada na revista semanal Weekly Shonen Jump de 1986 a 1990, e adaptada para uma série animada de TV pela Toei Animation de 1986 a 1989.

A história acompanha cinco guerreiros místicos denominados “Cavaleiros” (ou “Santos”), que lutam vestindo Armaduras Sagradas, cujos aspectos derivam dos desenhos das várias constelações, as quais os personagens adotam como seus destinados símbolos protetores. Esses cavaleiros juraram defender a reencarnação da deusa grega Atena em sua batalha contra outros deuses que querem dominar a Terra.

Tanto o mangá principal quanto a adaptação do anime fizeram muito sucesso no Japão e em vários países europeus e latino-americanos, como França, Itália, Espanha, Portugal, México, República Dominicana, Peru, Argentina, Colômbia, Equador, Chile e Brasil. Quatro filmes foram mostrados nos cinemas japoneses em 1987-1989. O anime foi cancelado e ficou inacabado em 1989, deixando uma saga do mangá sem animação. No entanto, em 2002, a Toei Animation continuou o anime na forma de três séries de OVA (a última acabou em 2008), a fim de adaptar os arcos restantes do mangá, e, seguindo este renascimento da franquia, um quinto filme foi exibido em 2004. Um sexto filme (que é em CG) estreou no Japão no dia 21 de Junho de 2014, e teve sua estreia nos cinemas do Brasil em 11 de Setembro de 2014.

Desde 2006, o autor Kurumada retomou a publicação do mangá, a partir da conclusão da obra original, continuando a história em Saint Seiya Next Dimension. Em 30/08/2014 a animação completou 20 anos desde a primeira exibição no Brasil, fato comemorado por vários fã clubes e eventos, incluindo a exibição de episódios clássicos da série em salas de cinema.

EnredoEditar

Seis anos antes dos eventos que a séries foca, cem órfãos do Japão são enviados para diferentes partes do mundo para se tornarem guerreiros lendários conhecidos como Cavaleiros, que são os soldados sob o comando da deusa grega Atena. Estes guerreiros estão cada um sob a proteção de uma constelação.

O poder dos Cavaleiros origina-se da compreensão da natureza do 'cosmo', uma essência espiritual interior, que teve origem com o Big Bang. O conceito do Cosmo dita que cada átomo do corpo humano é similar a um pequeno sistema solar, e como o corpo possui bilhões de átomos, sua totalidade forma um "pequeno cosmo" ou um "pequeno universo". Cada pessoa possui um Cosmo único, e os Cavaleiros são capazes de utilizá-lo para realizar feitos sobre-humanos.

O foco da história é em um dos órfãos chamado Seiya. Enviado para o Santuário na Grécia para se tornar o Cavaleiro de Pégaso, ele cumpre sua missão após seis anos de treinamento e retorna ao Japão para reencontrar sua irmã mais velha. Como ela desapareceu no mesmo dia em que Seiya viajou para o Santuário, Saori Kido, a neta do homem que enviou todos os órfãos para treinar, faz um trato com Seiya e o convence a participar da Guerra Galática, um torneio que reúne os órfãos, agora Cavaleiros, para que se enfrentem em busca do prêmio: a Armadura de Ouro de Sagitário. Se Seiya participasse e ganhasse, Saori iniciaria uma busca por sua irmã.

Durante a série, Seiya se torna amigo e aliado de outros Cavaleiros: Shun, Shiryu, Ikki e Hyoga. Juntos, eles lutam para proteger a deusa Atena de qualquer perigo, assim como seus antecessores fizeram durante milênios.

MangáEditar

O mangá original de Saint Seiya foi criado, escrito e ilustrado por Masami Kurumada e foi publicado pela editora Shueisha na revista Shonen Jump a partir de Janeiro de 1986 a Dezembro de 1990 e dividido em 28 Volumes. A série possui três sagas principais: Santuário (volumes 1 a 13), Poseidon (volumes 14 a 18) e Hades (volumes 19 a 28). O Volume 13 contém uma curta história chama de Natássia do País do Gelo.

ProduçãoEditar

Quando Masami Kurumada estava no processo de criação do mangá, o nome do protagonista seria Rin e o título "Ginga no Rin" (Rin da Galáxia). Entretanto, Kurumada mudou o nome do personagem para Seiya, por julgá-lo mais adequado, isto porque em kanji, Seiya significa "flecha estelar", uma referência a Estrela Cadente. Finalmente, o título foi mudado para Saint Seiya porque os defensores de Atena seriam chamados de "Saints" (“Santos”). Seiya foi inspirado no personagem Takane Ryuuji, protagonista do mangá Ring ni Kakero, também de autoria de Kurumada.

Durante a produção do mangá, o anime foi feito e o próprio anime inspirou Kurumada a fazer coisas em seu mangá, como reviver os cavaleiros de ouro na Saga de Hades (coisa feita no filme "A Lenda dos Defensores de Atena") e o fato das armaduras voarem no usuário, sendo que antes, os Cavaleiros vestiam a Armadura como se fosse uma roupa.

Lista de Capítulos e VolumesEditar

Artigo principal: Lista de Capítulos e Volumes de Saint Seiya

AnimeEditar

Produzido pela Toei Animation, o Anime teve sua primeira aparição na TV japonesa Asahi em 11 de Outubro de 1986, com duração de 1986 a 1989. Foi dirigido inicialmente por Kōzō Morishita (episódios 1-73) e depois por Kazuhito Kikuchi (episódios 74-114). Os desenhistas de animação de personagem foram Shingo Araki e Michi Himeno, e Seiji Yokoyama compôs a trilha sonora.

Os roteiristas principais do anime eram Takao Koyoma e Yoshiyuki Suga. A série tem três sagas principais: Santuário (episódio 1-73), Asgard (74-99) e Poseidon (episódios 100-114).

A partir do ano de 2002, até o ano de 2008, a Toei Animation lançou uma série de OVAs (Original Video Animations) que cobriram a última saga do mangá, que não foi anteriormente adaptada em anime.

RecepçãoEditar

No Brasil, o lançamento da série em 1994 foi responsável por mudar a maneira que o público assistia animes, desencadeando uma "anime-mania". Em outros países latino-americanos, como o México e a Argentina, o sucesso também foi grande, apesar da animação japonesa ter sido exibida em ambos os países na década anterior, junto de outros como "Robotech" e "Mazinger Z". Em função do sucesso nos países de língua espanhola, a tradução brasileira do anime foi feita com base na dublagem em espanhol.

Em 1987, a série foi eleita o melhor anime do ano na famosa premiação Anime Grand Prix, realizada pelas revistas japonesas Animage e Newtype. No ano seguinte, Saint Seiya foi eleito o segundo melhor anime de 1988, sendo superado pelo filme Tonari no Totoro.

ExibiçãoEditar

A série exibida em Portugal pelo Canal 1 da RTP entre 13 de Setembro de 1992 e 30 de Maio de 1993, na sua versão original japonesa e sem abertura ou encerramento. A exibição acabou por ser prematuramente cancelada, com apenas 36 episódios, por queixas relacionadas ao seu conteúdo violento pela parte de pais e responsáveis. Embalada pelo estrondoso sucesso de Dragon Ball Z, a SIC iniciou a transmissão de uma versão portuguesa da série em 19 de Setembro de 1999, exibindo todos os episódios à exceção do 37. A passagem da série pela SIC foi marcada pela constante mudança de horário, que começou aos Domingos pelas 12 horas, passou para Terças e Quintas às 9 horas e tendo acabado nesses dias às 7:30 da manhã. A serie voltou a repetir na SIC Gold e mais tarde, em 2009, pelo canal Animax que transmitiu a versão original japonesa com legendas. Esta passagem pelo canal Animax destacou-se por ter estreado em Portugal a, até então inédita, Saga de Hades igualmente na versão japonesa legendada em português. Saint Seiya Ômega estreou na SIC K a 3 de Fevereiro de 2014, e Lost Canvas na SIC Radical a 8 de Fevereiro de 2015, sob o título de Saint Seiya: A Tela Perdida.

No Brasil, a série começou a ser exibida pela extinta Rede Manchete entre 1 de Setembro de 1994 a 12 de Setembro de 1997 (voltando para uma última exibição em 1 de Janeiro de 1998) e estava sendo reprisada pelo Cartoon Network na TV paga desde o dia 1 de Setembro de 2003, pela Band na TV aberta desde o dia 5 de Julho de 2004 e pela Rede 21 (atualmente mudou o seu nome para PlayTV), UHF, desde o dia 22 de Agosto de 2005. Em 30 de Junho de 2010 voltou a ser exibida pela Band em TV aberta, com transmissão restrita para São Paulo.

Em 25 de agosto de 2010 começou a transmissão para todo o Brasil, menos para as regiões cujas retransmissoras vendem o horário para outros programas. No dia 15 de Novembro de 2010 estreou de forma inédita na TV aberta pela Band a Saga de Hades - Santuário. Houve alguns pontos a destacar como a não exibição da abertura oficial, um novo logotipo criado pela própria emissora e a exibição do preview do próximo episódio.

Já no dia 2 de Dezembro de 2010 a Band exibiu o primeiro episódio da Saga do Inferno de Hades na TV brasileira. Apesar de exibir a abertura Pegasus Forever, ela cortou um trecho do começo, substituiu o logotipo e exibiu a abertura do Arco dos Elísios da Saga de Hades, incluindo do último episódio. Ao final, ela exibiu um bom pedaço do encerramento, exibindo o encerramento "O Jardim de Deus", do Arco Elísios da Saga de Hades, porém com a música em japonês. Em 20 de Dezembro de 2010 a Band também de forma inédita na TV brasileira (tanto aberta como fechada) o primeiro episódio do Arco dos Elísios. A forma de exibição da abertura, título do episódio e encerramento foram os mesmos exibidos do Arco do Inferno da Saga de Hades.

No dia 13 de Junho de 2011 a Band recomeçou uma nova reprise completa da Saga de Hades no programa Band Kids.

No Canadá e Estados Unidos, a série não fez sucesso em sua primeira exibição. Somente em 2003, com o nome Knights of the Zodiac a série começou a ganhar fãs do continente norte-americano. A empresa responsável pelo licenciamento foi a DIC Entertainment. A série sofreu muitos cortes e enormes alterações na trilha sonora e na história, o que decepcionou muitos fãs. DVDs foram lançados na íntegra, sem cortes e alterações. Alguns produtos começaram a ser lançados junto com o mercado japonês, aumentando o número de fãs.

DublagemEditar

No Brasil, a série possui três dublagens. A primeira, feita no estúdio Gota Mágica, foi acompanhada de perto pelos executivos da Bandai, que já esperavam um grande sucesso. Essa dublagem apresentou muitos erros, como por exemplo, o cavaleiro Jabu de Unicórnio foi referido por Jabu de Capricórnio.

Mais tarde, a fim de conseguir que a série pudesse ser novamente exibida em terras brasileiras, chegou-se ao consenso que seria mais fácil realizar a redublagem de toda a série do que conseguir posse das fitas originais que estavam sob fortes problemas judiciais, devido à falência da Rede Manchete. Esta segunda dublagem, foi feita no estúdio Álamo que realizou um trabalho com mais cuidado e esmero do que a primeira versão. Entretanto a redublagem não contou com a volta de todos os dubladores originais: além dos que faleceram, a Álamo trocou os dubladores de Julian Solo e Bado de Alcor. Os erros desta versão são mínimos, mas ainda há alguns problemas. A Álamo também dublou os episódios do Capítulo Santuário da Saga de Hades e do filme Prólogo do Céu.

Juntamente com os episódios do capítulo Santuário, foi produzido um episódio especial chamado Episódio Zero, que resumia os acontecimentos da série até a Saga de Hades. A dublagem desse especial ficou a cargo da empresa Dubrasil que utilizou os mesmos dubladores da Álamo. A Dubrasil dublou, ainda, os capítulos Inferno e Elísios da Saga de Hades, e redublou os quatro filmes antigos, com o elenco de dublagem sofrendo várias modificações.

Em março de 2011 foi lançado o especial da Saga de Hades: O mito dos Cavaleiros Renegados, novamente a dublagem ficou com Dubrasil que fez um excelente trabalho trazendo os dubladores originais da série de volta.

No Japão, após vinte anos sendo dublada pelas mesmas pessoas, Masami Kurumada pediu que os dubladores originais dos cinco Cavaleiros de Bronze e da deusa Atena fossem trocados por dubladores mais jovens.

De acordo com uma carta que foi publicada no site do próprio Kurumada, ele dizia que a voz de vários dos dubladores antigos estava "muito grossa" para a idade dos personagens ('helplessly gross' na tradução em inglês que o site disponibilizou), e que queria alcançar uma nova geração de fãs usando um elenco mais jovem, que seria facilmente reconhecido de séries que estariam "na moda" no Japão.

Essa noção contradiz diretamente o posicionamento de Toru Furuya, primeiro dublador japonês de Seiya, e do diretor Shingeyasu Yamauchi, diretor dos treze OVAs de Hades - Santuário e do filme Prólogo do Céu, que afirmavam que o público de Cavaleiros no Japão são os adultos que acompanharam a série desde crianças. Furuya se afastou por não desejar continuar o trabalho sem seus companheiros, e aparentemente, Kurumada deliberadamente vetou Yamauchi, usando a fraca recepção do filme no Japão como argumento, visto que o filme apenas se pagou quando exibido, mas teve sucesso maior quando lançado em DVD. Disso surgiram os novos dubladores e o novo diretor da série que assumiram na Fase Inferno.

Em Portugal a dublagem foi feita nos estúdios Novaga para a rede SIC e dirigida pelo ator António Semedo que nela participou igualmente como dublador juntamente com um elenco de atores que já tinha participado em outros animes de culto tais como Dragon Ball e Sailor Moon. Os textos e os diálogos foram adaptados da versão francesa assim como a música de abertura usada. Até ao momento ainda não foi dublada a saga de Hades que estreou em Portugal em 2009 na sua versão original japonesa. Saint Seiya Ômega foi dublado pelos estúdios da PSB com um novo elenco de dubladores, enquanto que Lost Canvas foi exibido em japonês com legendas.

Trilha SonoraEditar

Temas de aberturaEditar

  • Episódios 1 a 73 e movies I e II: "Pegasus Fantasy " por MAKE-UP (no Brasil, por Edu Falaschi)
  • Episódios 74 a 114 e movie IV: "Soldier Dream " por Hironobu Kageyama (no Brasil, por Che Leal)
  • OVAs 1 a 13: "Chikyuugi " por Yumi Matsuzawa (no Brasil, por Larissa Tássi)
  • OVAs 14 a 31: "Megami no Senshi - Pegasus Forever " Marina Del Ray (no Brasil, por Ricardo Cruz)

Temas de encerramentoEditar

  • Episódios 1 a 73: "Blue Forever " por Make Up (no Brasil, por Edu Falaschi)
  • Episódios 74 a 114: "Blue Dream " por Hironobu Kageyama & Broadway (no Brasil, por Che Leal)
  • OVAs 1 a 13: "Kimi to Onaji Aozora" por Yumi Matsuzawa (no Brasil, por Larissa Tássi)
  • OVAs 14 a 25: "Takuso Mono He - My Dear" por Yumi Matsuzawa (no Brasil, por Larissa Tássi)
  • OVAs 26 a 31: "Kami no en - Del Regno" por Yuuko Ishibashi
  • Filme III: "YOU ARE MY REASON TO BE" por Oren Waters & Hitomi Toyama
  • Filme V: "Never" por Make Up (no Brasil, por Edu Falaschi)

OutrosEditar

Além do mangá e anime originais, Saint Seiya possui várias outras publicações, incluindo filmes, jogos, spin-offs e uma continuação oficial.

Next DimensionEditar

Artigo principal: Saint Seiya Next Dimension

Saint Seiya Next Dimension - Meiō Shinwa (聖闘士星矢 NEXT DIMENSION 冥王神話), é um mangá da série Saint Seiya. Desenvolvido por Masami Kurumada, conta duas histórias: a Guerra Santa contra Hades de 1743 e a continuação da série clássica.

O mangá Saint Seiya The Lost Canvas, de Shiori Teshirogi, também narra a Guerra Santa do século XVIII, sendo considerado uma visão alternativa dos fatos por alguns fãs. Por esse motivo, a obra de Masami Kurumada é considerada na cronologia oficial da série, tanto como o capítulo anterior como a continuação de seu mangá original.

GigantomachiaEditar

Artigo principal: Saint Seiya Gigantomachia

Gigantomachia (聖闘士星矢, GIGANTOMACHIA) é o primeiro livro que conta uma saga paralela do anime/mangá Saint Seiya. Foi escrito por Tatsuya Hamazaki e aprovado por Masami Kurumada como uma história oficial.

O romance conta a luta dos Cavaleiros de Atena contra os Gigas (Gigantes), aliados dos Titãs e liderados pelo deus Tífon, que comanda por meio do "Temor". Usando o seu cosmo de deus, consegue também aumentar o poder dos Gigas, dando trabalho para os Cavaleiros de Bronze. Alguns cavaleiros novos aparecem na história, incluindo Mei, o jovem que deve selar esse mal. A história é dividida em dois volumes: A História de Mei e A História de Sangue.

Episode GEditar

Artigo principal: Saint Seiya Episode G

Saint Seiya Episode G é o nome do mangá spin-off gaiden dos Cavaleiros do Zodíaco, publicado no Brasil pela Editora Conrad. Seu nome vem de Gold que significa ouro em inglês; tal denominação se deve aos Cavaleiros de Ouro que são os protagonistas da série, mostrando de onde veio a fama de mais poderosos da história. Aiolia de Leão é o principal e é auxiliado pelos demais Cavaleiros de Ouro na batalha contra os Titãs (os mesmos que desafiaram os Deuses do Olimpo). Masami Kurumada (autor da série original), lançou o mangá pela Champion Red, revista japonesa menos comercial que a Shonen Jump. Megumu Okada (desenhista da série Shadow Skill) é o autor do cenário, do roteiro da história e dos desenhos. Em 2009, Okada parou de publicar o mangá e o colocou em um hiato por tempo indeterminado por causa de uma disputa não esclarecida com a editora. Posteriormente, foi anunciado na revista Champion Red, a volta do mangá a partir de 19 de Fevereiro de 2011.

Episode G - AssassinEditar

Artigo principal: Saint Seiya Episode G - Assassin

The Lost CanvasEditar

Artigo principal: Saint Seiya The Lost Canvas

Saint Seiya The Lost Canvas - A Saga de Hades (聖闘士星矢 THE LOST CANVAS 冥王神話, Seinto Seiya: Za Rosuto Kyanbasu - Meiō Shinwa) é um mangá spin-off de autoria de Shiori Teshirogi, baseado no universo de Saint Seiya de Masami Kurumada, narrando uma visão alternativa da Guerra Santa entre Atena e Hades no século XVIII.

The Lost Canvas GaidenEditar

Artigo principal: Saint Seiya The Lost Canvas Gaiden

O mangá Saint Seiya The Lost Canvas Gaiden é escrito e ilustrado por Shiori Teshirogi, e é publicado pela editora Akita Shoten na revista Weekly Shonen Champion. O mangá é um spin-off das séries The Lost Canvas e Saint Seiya de autoria de Shiori Teshirogi e Masami Kurumada, respectivamente. O primeiro capítulo de The Lost Canvas Gaiden foi publicado em Maio de 2011, logo após o fim do mangá The Lost Canvas e ainda se encontra em publicação.

ΩEditar

Artigo principal: Saint Seiya Ω

Saint Seiya Ω (聖闘士星矢Ω Seinto Seiya Omega) é uma série de anime criada por Reiko Yoshida, produzida pela Toei, e com base na clássica franquia de mangás e animes Saint Seiya, criada, escrita e ilustrada pelo autor japonês Masami Kurumada.

A série teve início no Japão em 1º de abril de 2012 e foi dirigida por Morio Hatano e ilustrada pelo animador Yoshihiko Umakoshi; embora com previsão de 52 episódios na primeira temporada, a Toei decidiu produzir uma segunda saga devido ao sucesso do anime. A Toei descreve Ômega como um "anime original", pois não é uma adaptação de enredos previamente publicados em mangás. Assim sendo, Saint Seiya Ω não faz parte da continuidade do mangá, mas sua história é diretamente influenciada por eventos e elementos da obra original. Ômega também marca o retorno da Toei como estúdio encarregado de animar uma obra de Saint Seiya, desde a animação da Saga de Hades em 2008.

Saintia ShoEditar

Artigo principal: Saint Seiya Saintia Sho

Saint Seiya Saintia Sho (聖闘士星矢 セインティア翔) é o mais novo mangá spin-off da franquia Saint Seiya. A mangaká responsável é Kuori Chimaki. A nova série será lançada em Setembro de 2013, logo após o fim de Episode G.

A história tem como personagem principal Shoko de Cavalo Menor e, aparentemente, tem foco nela já que seu nome está no nome da série, e Saintia parece se referir a uma classe de jovens garotas que lutam por Atena. Se passa após a derrota de Saga, e o Santuário têm como inimigo a deusa Éris e suas guerreiras chamadas de Dríades.

Soul of GoldEditar

Artigo principal: Saint Seiya Soul of Gold

HipermitoEditar

Uma publicação que é classificada como canônica, lançado em 1988 com o objetivo de esclarecer dúvidas deixadas pelo anime e pelo mangá. Nele, são explicadas as origens dos deuses, dos cavaleiros e das guerras santas nos tempos mitológicos, bem como é explicada a confluência de diferentes mitologias no enredo da série e daí advém o nome da publicação.

Do Cvidanija - Time of PromiseEditar

Artigo principal: Do Cvidanija

Lançado junto com um cd de músicas do anime, "Do Cvidanija - Time of Promise" (Até Breve - Tempo de Promessa) é um áudio com um diálogo entre os Cavaleiros de Bronze após a Batalha com Hades, lembrando sua luta. No final, todos sentem um novo inimigo e Atena os adverte que terão que ficar alerta novamente, pois já não conta com os Cavaleiros de Ouro.

FilmesEditar

JogosEditar

A série possui diversos jogos eletrônicos. Para o NES, dois mistos de Plataforma com RPG, Saint Seiya: Ōgon Densetsu e Saint Seiya: Ōgon Densetsu Kanketsu-Hen, foram lançados em 1987 e 1988, respectivamente. Em 2003, a Bandai lançou outro chamado Saint Seiya: Ōgon Densetsu-Hen Perfect Edition para WonderSwan Color, com base nos primeiros 73 episódios do anime. Nenhum desses jogos foi lançado fora do Japão. Em 2005, a Bandai lançou Saint Seiya - Chapter Sanctuary para PlayStation 2, sendo um jogo de luta 3D que adapta os mesmos episódios do jogo anterior. Uma continuação para este jogo foi lançada em 2006 com o nome de Saint Seiya - The Hades.

O jogo Saint Seiya Online tinha lançamento agendado para Agosto de 2009 pela SEGA, mas foi adiado, sendo lançado oficialmente em 27 de Julho de 2012. A produção do jogo se iniciou em 2006 de acordo com o blog de Masami Kurumada, mas ele esperou até 2008 para publicar mais informações em seu blog, incluindo uma imagem com os cinco protagonistas em suas cores originais. Em 2011, foi anunciado um jogo de PlayStation 3 chamado Saint Seiya Senki, que recebeu o nome de Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário no Brasil, sendo do gênero beat'em up e cobre toda a Saga do Santuário. No mesmo ano também foi anunciada uma máquina Pachinko baseada na série, para comemorar seus 25 anos de aniversário. Ainda, o jogo Saint Seiya Ω - Ultimate Cosmo, da Namco-Bandai baseado na série Saint Seiya Omega, foi lançado para PSP no Japão no dia 29 de Novembro de 2012.

Outros jogos com os personagens da série incluem:

  • Famicom Jump: Eiyū Retsuden (Famicom, 1989)
  • Pop'n Music Animation Melody (Arcade, PlayStation, Game Boy Color, 2000)
  • Pop'n Music Animelo 2 (Arcade, 2001)
  • Saint Seiya Typing Ryu Sei Ken (PC, 2003)
  • Jump! Ultimate Stars (Nintendo DS, 2006)

CuriosidadesEditar

  • Os filmes O Santo Guerreiro, A Grande Batalha dos Deuses, A Lenda dos Defensores de Atena e Os Guerreiros do Armageddon não se encaixam na cronologia oficial por apresentarem histórias não autorizadas por Masami Kurumada. O filme Prólogo do Céu também foi excluído da cronologia oficial, pois Masami Kurumada não ficou satisfeito com o resultado final, decidindo então continuar a história da obra original em seu mangá Next Dimension e descartar o apresentado no filme.
  • Houve duas publicações que não saíram nem em formato de mangá, nem em anime. Os livros da Gigantomachia se encaixam na cronologia após a batalha com Poseidon e o áudio "Do Cvidanija" após a batalha com Hades.

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