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The Lost Canvas Gaiden - Hasgard

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ResumoEditar

Um sonho.Teneo acorda. Sonhara com seu mestre, Hasgard. Seis anos se passaram após o término dos combates contra Hades e seus espectros. Apesar da vitória, praticamente todo o efetivo de Atena (inclusive a própria deusa) pereceu.

Teneo de Touro.jpg
No Santuário, restaram somente dois santos; Shion de Áries, escolhido para ser o novo Mestre, e Teneo, não mais um aspirante a cavaleiro e sim o novo titular da Armadura de Touro. Aos poucos, e com auxílio dos moradores do vilarejo de Rodorio, o Santuário é reconstruído. Um trabalho árduo, mas que ninguém reclama. Em meio o serviço, um deles comenta que uma carroça se aproximava do Santuário. Teneo larga seus afazeres, chegando a tempo de salvar os visitantes de um deslizamento.

Entre os recém-chegados está Selinsa, sua antiga companheira de treinamento. Em companhia de Agasha e duas crianças, o grupo ruma em direção o Santuário levando ervas medicinais. Ao ver Teneo, Selinsa se surpreende agradavelmente, comentando que Hasgard ficaria feliz com Teneo sendo o novo cavaleiro de touro. Alertados por ele da probabilidade de ocorrerem novos deslizamentos, o grupo deixa o local no instante de um novo deslizamento.

A noite, Teneo relata a Shion o ocorrido. Em razão da periculosidade que era trafegar pelas estradas a noite, Selinsa e os demais passariam a noite no Santuário, em um dos templos recém-reformado. O ariano apoia a decisão. Shion decide parar por aquela noite o trabalho de concertar armaduras, aconselhando o jovem a também ir descansar. Teneo, porém, culpa-se por sua força não ser a ideal. Shion ameniza o sentimento do jovem, confidenciando-lhe uma notícia perturbadora. Uma carta do papa de Roma havia chegado, falando sobre o gigante selado sob o Monte Etna na Sicília. Teneo liga a região com o nome Tífon, o que é confirmado por Shion. O último dos gigantes da antiga Gigantomaquia, a guerra entre os deuses do olimpo contra o clã de gigantes, que culminou na derrota do monstro por Zeus, que o selou sob o Monte Etna. A notícia sobre o gigante só pode significar que o selo estava perdendo eficacia.

Shion não diz, mas Teneo sente que aquela era sua obrigação. Havendo sobrado só eles de santos, o ariano, pela posição que ocupava, não podia ausentar-se do Santuário. Com hesitação Teneo aceita a missão. Shion sente a dificuldade do jovem em confiar nas próprias habilidades. Ele o tranquiliza dizendo que Teneo era um inestimável aliado e braço direito. Isso melhora o humor de Teneo que se prepara para partir.

No dia seguinte, Teneo - talvez para pedir proteção ao espírito do mestre - passa no cemitério, encontrando Selinsa junto a lápide de Hasgard e Salo. Em meio o clima de despedida, Selinsa comenta sobre certa missão, envolvendo Hasgard e o Monte Etna. Teneo pergunta que relação podia haver entre o mestre e o selo do Etna. Selinsa então começa a contar o mito dos touros. 

14 Anos AtrásEditar

HASGARD VS COR TAURI.jpg

Hasgard Vs Cor Tauri

Ilha de Creta. Selinsa, uma menina, junto a outras crianças torce por seu mestre, Cor Tauri, que enfrentava Hasgard. O tauriano havia bloqueado o enorme punho do gigante, aparentemente se divertindo com a situação. O gigante, porém, não partilha do mesmo "espírito". Hasgard então usa seu Grande Chifre que é totalmente anulado por Cor Tauri. O cavaleiro não estranha que alguém lutando sem qualquer proteção, pudesse resistir ao poder de um santo de ouro. Então sorriu, dizendo que Cor Tauri (coração de touro) tinha o mesmo nome da estrela gigante da constelação de touro.

Cor Tauri e Hasgard tornam a trocar golpes. O tauriano tenta dialogar, dizendo ser um desperdício de tempo. Com a recusa de Cor Tauri em querer conversar, Hasgard não tem escolha senão apelar para seu técnica mais poderosa; a Super Nova Titânica.

O chão sob os pés do gigante começa a se desprender, engolindo Cor Tauri numa colossal destruição. Selinsa sai correndo de onde estava para tirar satisfações com Hasgard. O cavaleiro tenta acalmar a menina, dizendo que aquele homem não morreria só com aquilo. De fato, o gigante ressurge praticamente ileso.

Hasgard nota que o corpo colossal do gigante mudara de cor, ficando totalmente vermelho. Sem dar explicações, Cor Tauri manda Selinsa fugir, o que a menina não faz e nem Hasgard permite. Pressentindo algo de ruim, o touro mantém-se a postos. Instantes depois, Cor Tauri usa sua própria versão da Super Nova Titânica de Hasgard, a Ihkor Nova.

A terra se abre numa enorme fenda, engolindo Selinsa e Hasgard que desaparecem no vazio.

No Labirinto de CretaEditar

Ao recobrar a consciência, Selinsa se dá conta de estar no subsolo, no que outrora fora o famoso labirinto da ilha de Creta. Para surpresa maior, depara-se com Hasgard segurando um bloco de pedra. A menina nota o chão forrado de flores, tendo algumas sido esmagadas no deslizamentos e outras estando intactas. Concluiu que o cavaleiro de touro ficara naquela posição para evitar destruí-las. Isso comove um pouco Selinsa, que mesmo assim não deixa de mostrar desconfiança. Hasgard tenta ser amigável, mas Selinsa recusa dar intimidade, alegando não confiar em adultos que foram quem a abandonou, tempos atrás, no labirinto. Graças a Cor Tauri, ela e as outras crianças continuam vivas.

Enfrentando a acusação da menina de querer separar o gigante das crianças, Hasgard acaba por reviver lembranças amargas do passado. O tauriano admite a existência de muitos adultos ruins, até se considerando um deles. Porém Hasgard diz que crianças são como sementes e que ele nunca mais iria se permitir perder mais uma. O santo de ouro decide prosseguir sozinho, mas Selinsa opta por acompanhá-lo.

Hasgard pergunta a Selinsa quem Cor Tauri era realmente. Obviamente não era um ser humano comum, em absoluto. Hasgard pergunta se ele não seria um sobrevivente do clã de gigantes. Antes que a menina respondesse, a terra ruge estrondosamente. Selinsa podia sentir, o gigante viera atrás dela. Então comenta que Dédalo foi quem arquitetou a construção do labirinto, em tempos mitológicos. Ele criou muitas coisas, entre as quais um homem de bronze com o coração de um touro, irrigado pelo sangue divino de Zeus. Um autômato criado para proteger a amada do senhor do olimpo, Europa.

Nesse momento, Cor Tauri aparece. Falando frases desconectas, o mesmo aparenta estar a beira de um colapso. Hasgard nota que o enorme corpo do gigante estava se desfazendo, e o gigante parecia que reutilizaria sua técnica devastadora. Pensando rápido, Hasgard coloca-se entre Cor Tauri e Selinsa, preparando-se para receber todo o impacto daquele colossal punho.

O soco de Cor Tauri encontra a cara desprotegida de Hasgard, sem causar qualquer dano. O tauriano afirma reconhecer a honestidade do gigante, mas que não deixaria-se derrotar, contra-atacando com um forte soco.

Hasgard Vs Cor TauriEditar

O soco de Hasgard é forte o bastante para projetar o enorme corpo do gigante contra o chão, levando Selinsa as lágrimas. Hasgard impede-a de se aproximar, alegando que o poder de Cour Tauri era necessário a salvação do mundo e que sua missão era convencê-lo disso. A menina acha isso uma estupidez, a que o tauriano diz concordar, mas faz aquilo justamente para assegurar um futuro no qual ela pudesse viver. Ao se aproximar do gigante, Hasgard sente o enorme poder do gigante percorrendo através de sua armadura dourada. Por alguns segundos o tauriano pensa que aquela era a demonstração do Ikhor de Zeus - os relâmpagos do senhor do olimpo explodiam do corpo de Cor Tauri. Porém Selinsa diz, ainda em lágrimas, que tal manifestação de poder decorria da degeneração continua do corpo de Cor, justificando o fato dele querer viver em paz, protegendo as crianças em Creta.

Sem se conter, Cor Tauri avança contra Hasgard, o prensando contra a parede. O santo de ouro sente todo o calor do corpo imenso do adversário, bem como o poder do senhor do olimpo. Hasgard tenta, mais uma vez, usar as palavras, porém Cor mantinha-se inabalável. Hasgard então compreende que para atingir seu rival precisaria não de palavras... e sim, tornar-se uma estrela gigante. Usando o Grande Chifre com máxima potência, um magnífico touro de luz atravessa o corpo de Cor, gerando uma tempestade de raios.

Hasgard fica momentaneamente descrente que seu ataque tenha surtido efeito. O ataque do touro trás a mente de Cor antigas lembranças dos tempos mitológicos, logo após sua criação por Dédalo para proteger Europa e seus três filhos. Mesmo sendo um autômato, Europa demonstra sentimentos de afeto, o considerando como um de seus filhos. De volta a realidade, a combinação do golpe do tauriano e a fúria dos raios de Zeus, desestabilizaram Cor que já não mais pode manter o controle. Hasgard tenta ajudar, mas sua voz simplesmente não alcança Cor que se repete em seu dever de continua protegendo as crianças de Europa. Sentindo que o desfecho caminhava para um fim trágico, Hasgard decide agir. E pedindo para que Cor não sucumbisse e ajudasse a proteger o mundo a seu lado, o tauriano arranca o coração gigante de Cor, sustentando-o sobre a cabeça.

Toda força dos relâmpagos de Zeus residia naquele órgão. Sentindo o corpo leve, Cor observa Hasgard sustentando seu coração envolto em raios, achando estupidez um estranho arriscar-se tanto por alguém quem ele nem conhecia. Mais tarde, já fora do labirinto, Cor, em companhia de Selinsa e das outras crianças, aguarda o tauriano recobrar os sentidos para acompanhá-lo. Assim que ele acorda, os dois partem da Ilha de Creta para o monte Etna.

Hasgard, Cor Tauri vs TífonEditar

Explorando as cavernas subterrâneas do Etna, Hasgard e Cor tauri deparam-se com um cemitério de autômatos, centenas deles.

HASGARS, COR TAURI VS TIFON.jpg

Hasgard, Cour Tauri vs Encélado

O causador desse massacre se revela na forma de um monstruoso gigante; sua metade inferior é de serpente, enormes asas de anjo e uma cabeleira na forma duma massa contorcida de cobras. Eis que se revela Encélado, um dos irmãos mais velhos de Tífon.

O gigante ambiciona dar início a uma nova Gigantomaquia e erradicar a raça humana, bem como todos os deuses, devolvendo a Terra para o domínio dos gigantes. Hasgard, mesmo a grande distância, diz que impedirá os planos de conquista da criatura. Encélado lança um olhar de puro escárnio ao cavaleiro de ouro, ridicularizando-o pelo tamanho. Não perdendo tempo em diálogos, o gigante faz seu movimento, lançando centenas de cadáveres de autômatos contra o tauriano. Cor Tauri detém alguns e em meio a isso agradece por ter conhecido Hasgard.

Hasgard ignora aquelas palavras, preparando-se para a luta. O touro investe, o coração com o Ihkor do senhor do olimpo libera uma tempestade de raios incandescente. Encélado só observa, concentrando uma enorme massa em sua boca, lançando seu ataque; Giant Loud! A onda de choque gerada pelo ataque arremessa a dupla para trás. Cor Tauri resiste, enredando o corpo do monstro através duma teia de raios. Encélado reconhece o poder de Zeus no corpo do autômato e se incomoda com isso. Irado, tem Cor Tauri na mira, passando a provocá-lo dizendo que não passava de uma simples máquina sem família. O autômato ignora as pífias tentativas de provocação, e numa velocidade incrível, aparece por trás de Encélado, o segurando. Cor manda Hasgard atacar, o que o tauriano se nega a fazer, alegando que se o gigante morresse não poderia continuar a proteger as crianças. Cor ignora, pedindo, como robô e humano, que Hasgard herdasse seu ideal. O gigante não compreende como o cosmo de Hasgard estava tão intenso e brilhante, ao que o tauriano diz ser graças ao Ihkor, a armadura da constelação de touro e sua alma. Com a convicção do certo, ergue sua mão direita ao ar, e desejando poder ser uma estrela gigante como Cor Tauri, usa uma colossal Super Nova Titânica que arrasa o chão, engolindo Encélado e Cor Tauri.

O monstro reconhece, contra vontade, a derrota. Porém o mesmo avisa Hasgard que tal poder não bastaria para detê-lo por muito tempo.

Momentos após, Hasgard se encontra num novo panorama; uma planície coberta de flores. Confuso, depara-se com Cor Tauri que lhe entrega uma pequenina flor. O tauriano enfim compreende. O autômato confia ao santo de ouro a proteção do jardim. Em seguida, deu as costas, indo em direção uma mulher que, Hasgard identifca ser Europa das eras mitológicas. Daquele dia em diante, Hasgard passa a adotar o nome Aldebaran, retornando para Creta, em mal estado, contando as crianças o ocorrido.

Teneo Vs EncéladoEditar

TENEO VS ENCÉLADO.jpg

Teneo vs Encélado

De volta ao presente, Teneo fizera sua partida para o Monte Etna. Entrando em atrito com Encélado recém-despertado, Teneo não consegue encaixar um ataque bem feito. Encélado, por outro lado, goza de estar em sua plena forma física. Tendo drenado o poder dos restos de autômatos, o gigante mostra que também apossou-se do Ikhor de Zeus. Perdido em devaneios de destronar o senhor do olimpo e declarar a Terra propriedade dos gigantes, Teneo usa o Grande Chifre. O ataque é facilmente bloqueado por Encélado que grita: Ichor Loud!

O poder liberado deixa Teneo sem reação, simplesmente não conseguindo imaginar possibilidades de vencer. Encélado, por sua vez, não liga se seu adversário perdera a vontade de lutar. Espancando o jovem tauriano, o gigante diz que só se dará por satisfeito quando deixar a armadura de touro em pedaços. Humilhado, Teneo se entrega a sessão de espancamento. Dizendo para si que lhe falta poder e não sendo tão forte quanto fora seu mestre, o mesmo diz ainda não ter atingido o limite. É nesse momento que a imagem de Hasgard surge a frente de Teneo, devolvendo-lhe a esperança.

Encélado sente o ressoar da armadura dourada e o cosmo de Teneo fortalecer-se mais e mais. Proclamando que a essência de seu mestre vivia na armadura, Teneo eleva o cosmo ao máximo. Encélado apela para o poder do coração divino, mas o mesmo perdera eficácia. Com velocidade e determinação, Teneo atravessa o corpo enegrecido do gigante arrancando fora o coração, admirando-o enquanto Encélado é consumido pela destruição.

Ainda no cemitério do Santuário, Selinsa é surpreendida com a chegada de Shion. O novo Mestre diz também ter ido visitar os amigos. Shion tranquiliza os temores da jovem, dizendo que Teneo está bem. Selinsa parte para encontrá-lo. Diante o túmulo de Hasgard, e observando Selinsa trazendo um sorridente e cansado Teneo, o novo Mestre diz confiar que um dia o jovem tauriano terá a mesma força e bondade.

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