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Thor de Phecda

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Thor de Phecda
フェクダのトール
THOR SE COMPROMETE A ACABAR COM OS CAVALEIROS.png
Nome
Dados Gerais
Classificação Guerreiro Deus
Robe Robe de Phecda
Estrela Gama
Divindade Odin
Dados Pessoais
Signo Touro
Local de Nascimento Asgard
Dados do Treinamento
Local de Treinamento Asgard
Dados do Mangá/Anime
Estréia Saga de Asgard
Aparições Saga de Asgard
Dublador Carlos Campanille


Mestre do Mjolnir que estraçalha até o eterno muro de gelo.

Hilda de Polaris

Thor de Phecda (ガンマ星フェクダのトール, Ganma-Sei Fekuda no Tooru) é um dos 7 Guerreiros Deuses de Asgard na série Os Cavaleiros do Zodíaco, de Masami Kurumada.

Origem do nome Editar

Foi baseado em Thor, do antigo nórdico Trovão, detentor do martelo mjolnir,deus nórdico do trovão e filho de Odin. Thor é o filho de Odin com Jord, a deusa de Midgard. Thor tinha um tamanho excessivo para um deus, e apetite em igual proporção. Venerado pelos fazendeiros que admiravam a sua honestidade e repulsa pelo mal, mata a serpente de Midgard, Jormungard, durante o Ragnarök. Lamentavelmente, porém, acaba morrendo em decorrência do veneno da serpente.

Aparência Editar

THOR DE PHECDA.png

Thor é um homem imponente, de alta estatura e pele clara, de vividos olhos esverdeados. Seu rosto projeta um ar másculo, algo reforçado não só pela expressão sempre séria, como também por sua barba, que se expande quase até abaixo dos olhos, terminando num triângulo abaixo da boca.

Passado Editar

THOR CAÇANDO NAS FLORESTAS REAIS DE ASGARD.png

Thor caçando nas florestas reais de Asgard.

Thor caçava animais, de forma ilegal, nas terras reais de Asgard. Sua atividade não passou desapercebida, ocasionando um confronto com os soldados asgardianos. Ferido e em menor número, aquele teria sido o fim não fosse a intervenção de Hilda, que congratula a boa ação de Thor de distribuir as caças aos mais necessitados. Pouco tempo depois, Thor torna-se um Guerreiro Deus.

Histórico Editar

O trio de cavaleiros atenienses, Seiya de Pégaso, Hyoga de Cisne e Shun de Andrômeda se apressam rumo ao Palácio Valhalla. O caminho fácil termina alguns metros adiante, engolido pela neve. Nisso, as Correntes de Andrômeda captam perigo. Despontando no horizonte, dois furacões iam em direção o trio. Uma olhada mais atenta revela dois enormes martelos, cuja rotação era o que gerava os furacões. Rápidos, passam a centímetros do trio de cavaleiros, cortando enormes blocos de gelo, voltando para as mãos de seu dono.

O colosso entre os Guerreiros Deuses representando a estrela Gama, Thor de Phecda, barra o caminho. Brandindo seus martelos Mjolnir, Hyoga e Shun agem juntos. As Correntes de Andrômeda prendem um dos braços de Thor, enquanto o Pó de Diamante o congela. O trio nem bem dera cinco passos e Thor, usando seu Cosmo, derrete o gelo, ridicularizando Hyoga por tentar contê-lo por meio de um ar frio tão fraco. Em seguida, seu cosmo percorre a corrente, descarregando em Shun uma forte onda elétrica.

Seiya percebe que se os trio ficasse ali, perderiam um tempo precioso. Ele propõem ficar e combater Thor, o que é aceito.

O Guerreiro Deus entende qual será o plano e age rapidamente. Os martelos Mjolnir voam. Seiya os ataca com os Meteros de Pégaso, conseguindo bloqueá-los. Porém os martelos voam sentido Hyoga e Shun, os nocauteando. Thor, desde o início, já os estava mirando.

Thor volta a lançar seus Mjolnir que passam raspando em Seiya. Aproveitando a guarda aberta do cavaleiro, o Guerreiro Deus investe, evocando seu maior ataque: Hércules Titânico. O punho gigante projeta uma maciça concentração de cosmo, atingindo Seiya em cheio. O Cavaleiro de Pégaso rola vários metros pela neve antes de parar, com a cara voltada para baixo, numa planície de gelo. Thor se gaba de não ter só os martelos Mjolnir como armas, pisando na cabeça de Seiya até soterrá-la.

Para surpresa de Thor, Seiya reage emanando um forte cosmo. Thor acha por bem encerrar a luta, e tomando distância, volta a atacar com um chute. A agilidade de Pégaso salva Seiya, deixando o Guerreiro Deus com metade do corpo afundado no chão.

De volta ao combate, Seiya clama a força de sua constelação guardiã. Meteoros de Pégaso! Os golpes que chegam a ultrapassar a velocidade do som, disparando cem socos por segundo, atingem o adversário sem causar qualquer dano. Thor zomba do golpe mais forte do cavaleiro, mostrando como deveria ser um golpe poderoso. Novamente, Thor ataca com seu Hércules Titânico. Seiya tenta proteger-se, mas contra tal força, sua resistência é inútil.

Caído, Seiya não enxerga probabilidade de vitória. É quando surge Marin de Águia, que o lembra de suas façanhas na Batalha das Doze Casas, devolvendo o ânimo para lutar. Thor, que pretendia dar fim em Hyoga e Shun, se vê obrigado a enfrentar um Pégaso totalmente confiante. Sem se impressionar, o gigante torna a investir com seu melhor golpe. Seiya observa atentamente, captando o momento do ataque. Esquivando-se da massa de energia, Seiya consegue agarrar o braço de Thor, projetando o corpo enorme no ar antes de afundá-lo no chão. Thor se recompõem, sendo surpreendido pelos Meteoros de Pégaso que, desta vez, conseguem acertá-lo com algum efeito.

O triunfo de Seiya é passageiro. Thor ressurge, sem nenhum ferimento em seu corpo ou em sua Robe. Thor reconhece o valor de Seiya, parabenizando-o como o primeiro oponente que conseguiu arremessá-lo ao chão. Por uma questão de honrar o nome dos Guerreiros Deuses, Thor o venceria. O Guerreiro Deus vai além, dizendo que Seiya não podia compreender o desejo de mudança, já que nasceu em um mundo banhado pelo sol. Seiya rebate os argumentos de Thor dizendo que Hilda estava sendo manipulada por alguém. Tal frase enfurece Thor cujo cosmo ganha uma magnitude sem igual. O Cavalo alado relincha e o titãn milotógico urra. Nesse novo corpo a corpo, Seiya acaba levando a pior.

Pela terceira vez, Seiya recebe o Hércules Titânico, sem entender porque foi atingido se antes conseguiu ver o movimento do golpe. Thor diz que por ser um Guerreiro Deus, está num nível a parte. Disparando rajadas de cosmo a velocidade da luz, Seiya simplesmente não é capaz de emxergar, tão pouco evitar. Thor não tem mais vontade de continuar com a luta, porém Seiya recusa-se a admitir a derrota. O Guerreiro Deus consente em dar o golpe de misericórdia, e prestes a ser atingido, Seiya é salvo por Shiryu de Dragão.

Acabando de chegar em Asgard, o Cavaleiro de Dragão fizera uma viajem extremamente longa, vindo de Rozan, na China, até lá, explicando ao Cavaleiro de Pégaso sobre o Anel Nibelungo, bem como a necessidade de vencer os sete Guerreiros Deuses e recolher suas pedras guardiãs, as Safiras de Odin. Thor os localiza, mas é Seiya quem fica para enfrentá-lo. A situação não melhora. Por um lado, Thor sente que o cosmo de Seiya está em continua expansão. Por outro lado, debilitado, Seiya é novamente golpeado.

Thor se apressa, chegando a tempo de deter Shiryu, Hyoga e Shun. Em vias de lutar contra Shiryu, teve a surpresa de se ver desafiado pelo Cavaleiro de Pégaso.

Apesar da debilidade, o cosmo de Seiya continuava crescendo. Disparando seu Meteoro de Pégaso, o ataque é forte o bastante para jogar Thor contra a parede. O mesmo sente o efeito do golpe, sentindo também o cosmo de Atena. Isso faz sua mente viajar no passado, antes de ser promovido a Guerreiro Deus.

O severo inverno de Asgard trazia tempos difíceis a seus moradores, sendo a escassez de comida o principal problema. Em sua última incursão as florestas Reais do Palácia Valhalla, Thor acaba visto e perseguido por dezenas de soldados. O físico avantajado de Thor o capacita lutar contra soldados profissionais, chegando a derrotar alguns deles. Mas o número de oponentes armados com arco e flecha torna impossível a Thor continuar lutando de mãos nuas. Com a situação caminhando a um desfecho ruim, surge a Representante de Odin, Hilda, que pergunta se Thor era o homem que caçava nas florestas reais e distribuía os alimentos aos pobres. Thor não confirma e nem nega, apenas diz se conformar com qualquer punição. Hilda desmonta de seu cavalo e caminha até Thor, curando-lhe o braço ferido.

A sensação do cosmo de Hilda, naquele tempo, era como o de Atena. Então Thor lembra da mudança súbita no comportamento de Hilda, que chega ao extremo de mandá-lo prender a própria irmã, Freya. Ainda que o que Seiya diga seja verdade, Thor reluta aceitá-la. Queimando o cosmo, Thor volta a usar o golpe Hércules Titânico.

Seiya está na mira do ataque. Dessa vez, no entanto, o mesmo consegue conter o poder de Thor, jogando-o contra o Guerreiro Deus. Dividido entre acreditar na palavra de um inimigo e manter-se fiel a Hilda, Thor opta pela segunda.

É chegado o momento da verdade. Ambos, Guerreiro Deus e Cavaleiro, queimam seus cosmos. O gigante deposita toda sua força no última ataque. O cavalo celestial galopa. Hércules Titânico, Meteoros de Pégaso. O ataque de Seiya prevalece, atravessando a cintura de Thor que morre logo em seguida. Antes de cair, Thor se lembra, novamente, de como Hilda era bondosa, e conclui que Seiya e seus companheiros poderão trazê-la de volta para a luz.

Outras aparições Editar

THOR TORTURA HYOGA..png

Thor tortura Hyoga.

Pouco antes da ida de Saori, Seiya e Shun, Hyoga havia se infiltrado em Asgard, deixando-se capturar para tentar descobrir o máximo possível de informações sobre os planos de Hilda. Hyoga é então aprisionado e deixado nas mãos de Thor, que, agindo como inquisidor, tortura o Cavaleiro de Cisne.

Habilidades de luta Editar

Como foi dito no Episódio Zero, ele e os outros guerreiros deuses são tão poderosos como os cavaleiros de ouro. Dotado de grande força e resistência física/cósmica. Cosmo este que tem poder elétrico e pode chamar por raios dos céus, os concentrando nos golpes. Durante quase todo o combate ignorou completamente ou usava apenas a palma da mão para defender os golpes de Seiya, Shun e Hyoga. Mesmo sendo um potencial brutamontes ele demonstrou ser muito inteligente e sagaz, sabendo bem onde e como atacar. Prevendo antecipadamente o movimento do trio de bronze, quando foram tentar passar por ele.

Golpes a Velocidade da Luz de Thor.gif

Golpe a Velocidade da Luz de Thor

Defendendo os meteoros e ainda derrubando Andrômeda e Hyoga. Sem contar a maestria no combate corpo-a-corpo e usando os machados, disparados como bumerangues ou em golpes diretos.Ainda também possui resistência natural inerente de todos os asgardianos aos rigores do clima frio. Apenas sendo derrotado quando Seiya é fortificado diretamente pelo cosmo de Atena, nesse momento também, reparando que Hilda realmente tinha mudado, acabando por acreditar que a missão dos cavaleiros de Atena era justa e correta. Ele consegue desferir golpes a velocidade da luz, cujo aspecto em forma de feixes lembra os de Aioria de Leão.

Técnicas Especiais Editar

H.gif Martelo Mjollnir
(Mjöllnir Hammer)
São dois poderosos machados que vieram junto da armadura de Phecda. Armas poderosas que não podem ser subestimadas. Nem as correntes ou meteoros do Pégaso conseguiram sequer desviar o caminho quando disparados. Giram em incrível velocidade rasgando o ar, até criando tornados por conta da alta rotação. Rasgam montanhas e podem destruir quaisquer alvos em seu caminho, incluindo cavaleiros que não tiverem poder suficiente para resistir.
Hércules Titânico.gif Hércules Titânico
(Titanic Heracles)
Thor concentra grande parte de seu cosmo em seu punho que é rodeado de vários trovões, atacando com a velocidade da luz. Ele dispara uma grande esfera cósmica explosiva ou um golpe físico direto envolvido no cosmo purpura. Seu poder e velocidade é comparado ao do Grande Chifre de Aldebaran de Touro usado contra Seiya na Batalha das Doze Casas.
Guerreiros Deuses de Asgard
Deus Odin
Representantes de Odin Gothi: Durval; Representantes Terrenos: • HildaAndreas (não-reconhecido) • Lifya (legítima)
Soldados Soldados Rasos
Guerreiros Deuses de Durval LokiMidgardRungUr
Guerreiros Deuses de Hilda Siegfried de DoubeHagen de MerakThor de PhecdaAlberich de MegrezFenrir de AliothShido de MizarBado de AlcorMime de Benetnasch
Guerreiros Deuses de Andreas Frodi de GullinburstiFafner de NidhöggHeracles de TanngrisnirSurtr de EikthyrnirSigmund de GraniBaldr de HraesvelgrUtgarda de Garm
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